30 de out. de 2008


Labirintos da Alma

Eu nada sou, eu não sou nada,
eu sei e sinto minha alma cansada, sem medo de envelhecer
pois a vida já me fez surpresas tantas,
que hoje quando a tristeza se aninha,
se aconchega em mim,
eu já nem cismo, apenas deixo que minha alma a receba
e lhe dê pousada, até quem sabe
ela se sita mais forte e sinta coragem para ir embora ...

(Cecília Carvalho)

Nenhum comentário: